Começa aqui MUCHA LUCHA! Com um evento especial de duas partes para forjar o primeiro campeão mundial absoluto da empresa! Aqui teremos "LA FORJA DEL CAMPEÓN"! Confira o Card no "MAIS INFORMAÇÕES"!
Local:
Auditorio GNP Seguros
Heroica Puebla de Zaragoza - Puebla - México
Poster:
Theme-Song:
"In the Fire" by Def Rebel
Card:
Promo
Mr. Lucha
Lucha Individual
La Forja del Campeón - Cuartos de Final #1
Capitán Mucha Lucha VS Mortis
*Limite de 2 partes de comentário por Luchador*
Lucha Individual
La Forja del Campeón - Cuartos de Final #2
Suicidio VS El Hijo del Santo
*Limite de 2 partes de comentário por Luchador*
Lucha Individual
La Forja del Campeón - Cuartos de Final #3
Samuray del Sol VS Bandido
*Limite de 2 partes de comentário por Luchador*
-EVENTO PRINCIPAL-
Lucha Individual
La Forja del Campeón - Cuartos de Final #4
La Sombra VS Sin Piedad
*Limite de 2 partes de comentário por Luchador*
PRAZO: SÁBADO (11/04/2026) 23h59 (horário de Brasília)
O cronograma normal da MUCHA LUCHA será de 1 semana para vocês promarem e 1 semana para eu fazer o show, assim, show de 2 em 2 semanas, mas para esse primeiro show vocês terão 2 semanas para promar e depois eu terei 2 semanas para escrever o show, ou seja, iniciaremos daqui 1 mês (4 semanas), assim dando um tempo para que nós todos possamos nos readaptar e também para que eu possa preparar as Gifs de todos esses luchadores que teremos em nossos shows! Muita luta vem por aí!











6 Comments:
**Tela preta. Um único batuque de tambor de guerra. Silêncio.**
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**Quando a imagem abre, há um homem sentado em frente a uma fogueira, em algum lugar que não tem nome. Atrás dele, escuridão completa. Na frente dele, as chamas. E no rosto uma máscara. O Sol dourado na testa. Os olhos do jaguar. As penas que não se movem, mesmo com o vento da noite. Ele olha para o fogo por um longo tempo antes de falar.**
Deixa eu te contar uma história...
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Não a minha história. A nossa.
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Há cinco séculos, um povo construiu a maior cidade do mundo sobre um lago. Sem rodas. Sem ferro. Sem os recursos que o resto do mundo chamava de civilização. Eles construíram com matemática, com astronomia, com uma compreensão do tempo que nenhuma outra cultura tinha alcançado. Eles sabiam exatamente quando o sol nasceria, onde estaria em cada dia do ano, o que significava cada estrela no céu. O universo inteiro era um calendário, e eles eram os únicos que sabiam lê-lo.
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Esse formidável povo se chamava MEXICA, que deu originou o nome do nosso nobre país. O mundo hoje em dia os chama de astecas!
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Em um certo período histórico, vieram outros... E simplesmente apagaram TUDO!
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**Samuray del Sol se levanta devagar. Não com urgência. Com peso.**
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Eu não sou um "LUCHADOR".
**Samuray caminha lentamente em volta da fogueira, olhando para as chamas.**
Um Luchador vem aqui para se tornar famoso. Fechar contratos. Vender camisetas
**Samuray para**
EU VIM AQUI PORQUE ME MANDARAM!!!
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Na cosmologia asteca, o mundo já foi destruído quatro vezes. Quatro sóis que nasceram, brilharam e morreram. Cada era terminou em catástrofe, e cada vez, os deuses tiveram que recomeçar. Criar novos homens. Acender um novo Sol.
Estamos no Quinto Sol.
Esse mundo como conhecemos é quinto e último ciclo. E os guerreiros astecas sabiam que sua missão era mantê-lo vivo. Não por escolha. Por obrigação cósmica. Cada batalha era um ato de sustentação do universo. Cada sacrifício alimentava Tonatiuh, meu Deus Sol, para que ele continuasse sua jornada pelo céu e o Sol nascesse novamente amanhã
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Sem guerra. Sem sacrifício. Sem esforço
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O Sol para
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O mundo acaba!!!!!
La Forja del Campeón
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**Samuray finalmente olha diretamente para a câmera.**
Todo mundo vê um torneio. Eu vejo um ritual
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Esse cinturão não tem história. Não tem peso. Está vazio como um templo sem Deus, ou como um altar sem fogo
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**Se aproxima da câmera. Voz mais baixa.**
Eu não vim aqui para ganhar um campeonato. Vim para consagra-lo!
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Eu não sou um personagem mascarado usando a história como pedestal. Sou a continuação de uma tradição interrompida.
Cada vez que um povo tem sua história apagada, seus símbolos ridicularizados, sua língua proibida, algo fica guardado. Esperando. Não desaparece. Apenas espera o momento certo para voltar à superfície.
Esse momento é agora e esse lugar é a Mucha Lucha!
Eu sei o que vocês estão pensando
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O que a luta livre tem a ver com os Astecas? E eu digo. TUDO!
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A luta livre nasceu de nós. Desta terra. Deste sangue. Cada máscara que existe nesse esporte é um eco direto do que nossos guerreiros usavam antes de entrar em batalha. Não para se esconder, mas para se transformar. Para deixar de ser um homem e se tornar algo MAIOR!
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Eu não coloco essa máscara para que não me reconheçam. Eu coloco para que saibam exatamente quem eu sou
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**Samuray olha para a fogueira por um momento.**
Há uma palavra em náhuatl — tlahuiztli — que não tem tradução direta para nenhuma outra língua. Significa o brilho específico que aparece no horizonte nos minutos imediatamente antes do sol nascer. Não é o amanhecer. É o que vem antes do amanhecer. O momento em que a escuridão ainda está lá, mas já sabe que vai perder
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Esse é o nome que ele carrego
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Não Samuray del Sol como performance
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Tlahuiztli como verdade!
**Samuray olha para o céu exatamente no estado que acaba de citar e aponta os dedos para o céu em forma de homenagem**
BANDIDO
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Você é tudo o que esse esporte ama. Velocidade. Carisma. Alegria. As pessoas te olham e sorriem, e têm razão em sorrir.
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Mas há uma diferença entre nós que não tem nada a ver com habilidade. Você luta para mostrar o que consegue fazer, já eu luto para mostrar que existimos!
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Isso não nos torna inimigos. Nos torna apenas... diferentes
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E na Forja, essa diferença vai importar!
**Samuray se vira de volta para a fogueira. De costas para a câmera agora. Fala sem olhar.**
Os astecas tinham uma expressão para os guerreiros que entravam em batalha sabendo que o resultado era maior do que eles mesmos.
"In xochitl, in cuicatl."
Flor e canto. Era assim que chamavam o que vale a pena nessa vida. Não o ouro. Não o poder. A beleza de fazer algo verdadeiro
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Esse campeonato vai ser flor e canto. Ou não vai ser nada!
**Ele se vira uma última vez. A fogueira atrás dele. A máscara dourada refletindo as chamas.**
A Mucha Lucha me deu uma oportunidade. Eu não vou desperdiçar. Mas não porque eu preciso ganhar
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Mas porque o Quinto Sol precisa de um campeão. E Tonatiuh já escolheu!
**A fogueira apaga. No total escuro e silêncio uma voz ecoa:**
QUE VIVA O QUINTO SOL!!!
Samuray del Sol
Eu já vivi isso tantas vezes que não existe mais surpresa nenhuma pra mim. Em qualquer lugar que eu piso a história se repete com uma precisão quase cruel. Mudam os rostos, mudam os discursos, mudam os símbolos na lona, mas a essência nunca muda. Eu continuo sendo o mais visado, o mais perseguido, aquele que todos querem derrubar primeiro porque sabem que enquanto eu estiver de pé eu sou o eixo disso tudo. Eu sou o nome que vende, o nome que movimenta, o nome que faz gente pagar ingresso só pra ver se finalmente alguém consegue me parar. E isso não é sorte, não é acaso, não é marketing barato. Isso é consequência de uma vida inteira dedicada a isso, de cada queda absorvida, de cada golpe sentido, de cada noite em que eu saí pior do que entrei e ainda assim voltei no dia seguinte pronto pra mais. Porque isso aqui não é um personagem pra mim, não é um momento, não é uma fase. Isso é o que eu sou, é o que corre na minha sangre, é o que define cada passo que eu dou dentro e fora do ringue.
E agora eu chego na Mucha Lucha e sinto exatamente a mesma energia de sempre, aquele ar pesado de expectativa misturado com gente esperando a minha queda, esperando o momento em que alguém finalmente vai me arrancar desse lugar que eu construí na marra. Já tem olhos em mim desde o primeiro segundo, já tem planos sendo feitos, já tem gente acreditando que dessa vez vai ser diferente. Mas nunca é diferente, carnal, porque eu não permito que seja. Eu não fui feito pra ser passageiro, eu não fui feito pra ser mais um nome na lista, eu fui moldado na pressão, na dor, na repetição de ser testado até o limite e continuar. Eu não sei parar, eu não sei recuar, eu não sei aceitar que alguém escreva minha história por mim. E quanto mais tentam me cercar, mais eu cresço dentro disso, mais eu mostro por que o público continua olhando pra mim como o centro de tudo, como aquele que sempre entrega mais, sempre aguenta mais, sempre transforma cada combate em algo que não pode ser ignorado. Isso aqui é lucha de verdad, é coração exposto, é corpo sacrificado, é alma colocada em risco sem hesitação.
E quando eu falo de você, Samuray Del Sol, eu não falo de qualquer adversário jogado no meu caminho só pra preencher um combate. Eu falo de alguém que também carregou esse peso, que também construiu seu nome com luta de verdade, com respeito à máscara, com honra que não se compra e não se finge. Eu conheço a tua caminhada, eu sei o que você representa, eu sei o que significa entrar ali carregando tudo isso nos ombros. E é exatamente por isso que esse combate não é comum, não é só mais um na agenda, não é só mais um confronto pra estatística. Isso aqui é um encontro de duas verdades que não se dobram, de duas histórias que foram escritas na base da resistência e da entrega total.
Mas o respeito que eu tenho por você não vai suavizar nada do que vai acontecer quando a gente estiver frente a frente dentro daquele ringue. Pelo contrário, ele exige que eu vá ainda mais fundo, que eu entregue ainda mais, que eu não segure absolutamente nada porque a maior forma de respeito entre dois lutadores como a gente é a brutalidade honesta, é a disposição de ir até o fim sem guardar energia, sem proteger o próprio corpo quando o combate pede mais. Hoje não existe espaço pra hesitação, não existe espaço pra cálculo frio, hoje existe apenas a necessidade de provar quem aguenta mais, quem sustenta mais impacto, quem continua avançando mesmo quando tudo dentro do corpo manda parar. São duas máscaras que carregam orgulho, são duas identidades que não aceitam ser diminuídas, são dois homens que sabem exatamente o que estão colocando em jogo.
Quando o sino tocar eu não vou pensar em legado, não vou pensar em história bonita, não vou pensar em nada além do próximo golpe e do próximo passo pra frente. Eu vou lutar com tudo que eu sou, com cada cicatriz que me trouxe até aqui, com cada momento em que tentaram me apagar e falharam. Eu vou transformar aquele ringue no único lugar possível naquele momento e vou te levar comigo até o limite, até onde a dor deixa de ser um aviso e vira apenas parte do cenário. Se tiver que sangrar, a gente sangra. Se tiver que cair, a gente cai. Se tiver que continuar mesmo sem força, a gente continua porque parar nunca foi uma opção pra mim e eu sei que também não é pra você.
E no fim, quando tudo estiver marcado, quando o silêncio depois da guerra tomar conta e só restar o resultado, vai ficar claro mais uma vez por que eu continuo sendo aquele que todos perseguem. Porque não importa quantas vezes tentem, não importa quantos nomes coloquem na minha frente, eu sempre encontro um jeito de continuar, de resistir, de fazer o meu nome ecoar mais alto do que qualquer tentativa de me derrubar. Porque isso aqui não é algo que me deram, isso aqui eu arranquei na força, na insistência, na convicção de que ninguém vai tirar de mim aquilo que eu sou. Isso aqui é lucha, isso aqui é vida, e isso aqui ninguém me tira, nadie.
(Postando para o Bandido)
[A câmera filma um galpão no meio do nada. Luz baixa, amarelada, quase falhando. Uma mesa de madeira no centro, notas espalhadas, uma máscara antiga repousada como se fosse sagrada… ou amaldiçoada. Homens sem rosto ao redor, sombras imóveis. No meio disso tudo, um Luchador sem máscara, com o rosto embaçado. Sentado, tranquilo, como se comandasse tudo sem precisar levantar a voz. Ele passa os dedos lentamente pela máscara… e começa a falar.]
‘’Quando eu era só um garoto… me disseram que a máscara era tudo. Que ela não era só um pedaço de pano… era ‘’honor’’. Era ‘’sangre’’. Era ‘’historia’’. Era o tipo de coisa que você não conquista… você merece.’’
‘’Eu acreditei nisso.’’
‘’Cresci ouvindo que, se eu quisesse ser alguém… precisava lutar por ela. Sangrar por ela. Sofrer por ela. Então foi o que eu fiz. Enquanto outros garotos tinham nome… eu tinha obsessão. Enquanto outros tinham família… eu tinha ‘’corazón’’. Eu fiz coisas… que ninguém nunca vai saber. Atravessei portas que não deveriam ser abertas. Confiei em pessoas erradas. Tudo… por causa disso. [Ele levanta a máscara lentamente, olhando pra ela como se estivesse encarando um velho inimigo. A câmera tenta focar no rosto do Luchador, mas seu rosto está embaçado]’’
‘’Porque me disseram que, quando eu finalmente conquistasse a máscara… eu teria tudo. Respeto. Poder. Identidad. Mas ninguém me contou o preço. Ninguém me contou que, no caminho… você vai deixando pedaços de si mesmo pra trás. Um por um. Até que chega um ponto… que você não reconhece mais o que sobrou. E quando eu finalmente consegui… quando eu segurei isso aqui nas minhas mãos… eu percebi uma coisa… [Ele ri baixo, sem humor algum] Eu ganhei a máscara… e perdi o homem. Aquela versão minha que acreditava em honra… que acreditava em legado… morreu no caminho. E no lugar dela… sobrou algo melhor. Algo mais honesto.’’
‘’Esse mundo… ele adora contar histórias bonitas. Histórias sobre honor, sobre familia, sobre nomes que passam de geração em geração como se fossem relíquias intocáveis. Máscaras que valem mais do que o homem por trás delas. Eles tratam isso como religião. Tem os deuses… tem os fiéis… e tem os sacrifícios. Os deuses são esses nomes que vocês cresceram idolatrando. Intocáveis. Colocados lá no alto pra ninguém questionar. Os fiéis… são vocês. Que batem palma, que defendem, que mantêm essa fantasia viva. E os sacrifícios… são caras como eu. Garotos que cresceram acreditando que, se seguissem as regras, se respeitassem todas as tradições, um dia também seriam elevados. Mas a verdade? A verdade é que esse sistema não foi feito pra criar novos deuses… foi feito pra proteger os antigos. Porque enquanto eles estavam ocupados preservando lendas… eu estava sendo consumido por elas. Enquanto eles defendiam o passado… eu estava perdendo meu futuro. Mas aqui tá a diferença entre mim e todos os outros que ficaram pelo caminho: Eu não aceitei meu papel. Eu não nasci pra ser sacrifício. Eu nasci pra ser o oposto da religião.’’
‘’La Sombra.’’
‘’Existem dinastias feitas para serem derrubadas, e outras feitas para perdurarem. E aí tem aquelas que nem deveriam existir, mas existem porque ninguém teve coragem de acabar com elas. Mira, não fui feito pra herdar trono… eu fui feito pra escurecer ele. Eu não sou o próximo da fila, não sou o herói mexicano que vocês podem aplaudir e penduram num quadro na parede… eu sou o erro na linhagem, a falha no sistema, a sombra que aparece quando todo mundo começa a se sentir confortável demais. Tem gente que nasce pra carregar legado e tradição… eu nasci pra questionar ideologias.’’
‘’!Porque es fácil parecer inmortal cuando nadie te desafía de verdad¡,/b>’’
‘’Sin Piedad… um nome bonito. Forte… pesado… soa como alguém que quer ser lembrado. Mas nomes não fazem homens. Atitudes fazem. Não ter piedade não é algo raro… não é algo que te torna diferente dos outros. Você veste esse nome como uma ameaça… eu vivo isso como realidade. A diferença entre a gente? Você quer parecer perigoso. Eu não preciso parecer nada. TRANQUILO.’’
‘’Sin Piedad… eu vou direto ao ponto, amigo. Esse nome que você carrega… é só isso, un nombre. Um som forte pra esconder o fato de que ninguém aqui realmente sabe do que você é feito, pendejo. Primeira luta, primeiro torneio, primeira vez que alguém vai te olhar de verdade e não ver promessa… mas cobrança. E é aí que você quebra, amigo. Porque até agora você só existiu no talvez, no ‘’pode ser’’, no ‘’quem sabe’’. Eu não. Eu sou certeza, hermano, ‘’soy la sombra’’ Você quer esse momento? Quer provar algo? A pior sensação que um homem pode ter: olhar na frente e perceber que não pertence ali. Porque enquanto você estiver tentando se encontrar, tentando fazer esse nome fazer sentido, La Sombra vai estar te desmontando peça por peça, sem pressa, TRANQUILO, sem dúvida, e sem piedade de verdade. E então você entende a diferença entre dizer que é… e ser. Porque no fim das contas, Sin Piedad, tu no eres coyote, hermano, no es lo peligro, não é o coringa que vai mudar esse torneio… você é só o primeiro passo. E eu preciso passar por você pra chegar onde realmente importa.’’
[Ele olha novamente para a máscara sobre a mesa. O ambiente fica ainda mais silencioso, como se até o ar estivesse esperando. Ele pega a máscara com as duas mãos, dessa vez com mais firmeza… mais respeito… mas também com algo diferente: controle.]
‘’Engraçado… depois de tudo que eu disse… vocês devem estar se perguntando por que isso aqui ainda importa pra mim, né? Se a máscara me tirou tudo… se ela destruiu quem eu era… por que eu ainda seguro ela como se fosse valiosa? [Ele observa cada detalhe da máscara, como se estivesse lendo uma história escrita nela.] Porque agora… eu entendo o que ela realmente é. Antes… ela era um sonho. Era algo maior do que eu. Algo que eu precisava alcançar pra me sentir completo. Hoje? Ela não está acima de mim… ela está abaixo. [Ele se levanta lentamente da cadeira. Os homens ao redor continuam imóveis. La Sombra ergue a máscara na altura do rosto, encarando-a pela última vez antes de colocá-la.] Isso aqui não é mais sobre tradição. Não é mais sobre honra. Não é mais sobre legado. [Ele coloca a máscara devagar, ajustando perfeitamente ao rosto. Quando termina, a presença muda. Não é mais um homem segurando um símbolo… é o símbolo olhando de volta.] Porque toda vez que eu coloco isso aqui… eu não estou escondendo quem eu sou. Eu estou lembrando exatamente no que eu me tornei. E diferente daquele garoto… eu não tenho mais nada a perder. Isso é uma lembrança de tudo que eu tive que enterrar pra chegar até aqui. Cada erro. Cada traição. Cada pedaço meu que ficou pelo caminho. Essa máscara não me representa… ela me acusa. E eu gosto disso.’’
‘’La Sombra não está aqui pra fazer parte da história… La Sombra está aqui pra mudar o rumo dela. Pra pegar tudo que vocês chamam de tradição, de respeito, de legado… e mostrar que, no fundo, isso tudo só continua existindo porque nunca encontrou algo como eu. Eu sou a sombra que cresce atrás do trono… o momento antes da queda… o pensamento que nenhum Luchador quer ter, mas que todos sentem.’’
‘’E quando eu finalmente cruzar o caminho de qualquer Luchador que acha que é intocável…’’
‘’…ou ele prova não ser apenas um nome sob uma máscara, que nasceu pra lutar e perdurar uma disnastia, SEM PIEDADE…’’
‘’…ou vira só mais uma história que termina quando a luz apaga. E A SOMBRA APARECE.’’
~ ’’El Centinela del Espacio’’
~ ‘’Cien Almas’’
~ La Sombra
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